Vergonha, condescendência, mimos, stress, raiva, constrangimento, indignação, ódio, maturidade, impulso, ilusões, suspresas, bizarrice, medo, incerteza, confusão, decepção, felicidade, dúvida, solidão, angústia, arrogância, sinceridade, falsidade, tristeza, honestidade, confiança, delicadeza, sensatez, ironia, amor, amizade, paixão, atração, sarcasmo, convencimento, exibição, ansiosidade, alegria, curiosidade, emoção.
E as vezes me pergunto como tudo isso cabe dentro do peito. Misturas de sentimentos, de sensações, o novo e o velho, o certo e o errado, o bom e o ruim, o seu teste diário para viver um dia de cada vez. Nunca sabemos o que se pode acontecer. E nem o que somos capazes de suportar. Estamos sempre competindo conosco, por não sabermos que lado ouvir: o da razão ou o do coração*. Não sabermos quando é melhor ouvir o amor e quando ouvir o orgulho. Não sabermos quando é a hora certa. Mas existe mesmo hora certa? A verdade é que não, nunca estaremos completamente prontos. Que cada decisão que tomamos é mais um passo dado no teste real de sobrevivência. Mais um risco no seu destino. A vida é feita de escolhas, mas escolhas pensadas e repensadas com muita sensatez. Portanto não fique se iludindo. O mundo não para, e se nunca mudarmos de atitude e seguirmos em frente, não chegaremos a lugar algum. Nessas horas não há certo e nem errado, há o melhor pra você.
P.S.: * referente à antigo texto da minha amiga Gabriella Ribeiro.
NayaneRamoos.

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