Mais um ano se passou, e, provavelmente ao contrário da maioria de vocês, eu amei finalmente poder concluí-lo. Dois mil e dez foi um ano, contraditório às minhas expectativas, apenas agradável. Aquele meio-termo entre o ruim e o bom.
Não foi bom porque, principalmente, me decepcionei muito. Decepcionei-me com algumas amizades que agora percebo, não valiam a pena. Decepcionei-me com pessoas nas quais achei que poderia seguir em frente numa relação, mas não podia, por inúmeros motivos que aqui prefiro não citar. Frustrei-me comigo mesma por me apegar demais as pessoas erradas. Por me apaixonar profundamente por elas. Frustrei-me porque dei valor à muitas futilidades. Por não cumprir promessas de significado essencial. Por colocar em risco, muitas vezes, a minha confiança na mão de pessoas que eu não conseguiria viver sem. Odiei-me por magoar. Intencional e não intencionalmente. Odiei-me por ter sido rude tantas e tantas vezes. Odeio-me por me arrepender de tudo isso, porque só assim vejo a quantidade de erros que cometi. Erros que poderiam ter sido evitados. Fiz coisas que preferia apagar de minha memória. Falei coisas que não deveria e me arrependi por isso depois. Distanciei-me de pessoas nas quais gostaria de ter mantido contato. Tive más impressões das pessoas.
Não foi ruim porque sempre tive meus amigos DE VERDADE ao meu lado. Eles sim, eu sei que nunca vou cometer a idiotice de perder, e jamais me perdoaria se isso acontecesse. Não foi ruim porque conheci pessoas novas. E conheci melhor pessoas novas. Pessoas que alegram cada vez mais os meus dias, e consequentemente, me fazem pensar que sim, eu tenho um sentido gigante pelo qual viver. Para amar. Para conseguir o que quero de maneira justa. Para aprender. Mas principalmente para amar. Conheci um lado meu que não sabia que existia. Orgulhei-me muito da minha família. Não foi ruim porque, nos momentos difíceis, sempre pude pegar meu celular e fazer algum amigo vim compartilhar brigadeiro de colher comigo. Sempre pude correr e ligar pra Juúh só pra ouvir os conselhos dela. Não foi ruim porque eu a conheci neste ano, e talvez esse seja um dos motivos mais fortes para eu não desejar com garra a chance de começar tudo do zero. Também viajei muito, ri muito e me emocionei muito. Eu evoluí, cresci e amadureci neste ano. Cresci porque aprendi a conviver com as pessoas certas, a ganhar seletividade e não perder tempo com pessoas sem conteúdo. Cresci porque me decepcionei. E isso, nada nunca vai mudar.
Isso aqui é quase como um filme mentalizado. Só o que posso fazer agora é pedir bastante a Deus muita energia, boas amizades, infinita prosperidade e todas as alegrias que tive neste ano em triplo! Afinal, a vida é feita para se viver.
Não foi bom porque, principalmente, me decepcionei muito. Decepcionei-me com algumas amizades que agora percebo, não valiam a pena. Decepcionei-me com pessoas nas quais achei que poderia seguir em frente numa relação, mas não podia, por inúmeros motivos que aqui prefiro não citar. Frustrei-me comigo mesma por me apegar demais as pessoas erradas. Por me apaixonar profundamente por elas. Frustrei-me porque dei valor à muitas futilidades. Por não cumprir promessas de significado essencial. Por colocar em risco, muitas vezes, a minha confiança na mão de pessoas que eu não conseguiria viver sem. Odiei-me por magoar. Intencional e não intencionalmente. Odiei-me por ter sido rude tantas e tantas vezes. Odeio-me por me arrepender de tudo isso, porque só assim vejo a quantidade de erros que cometi. Erros que poderiam ter sido evitados. Fiz coisas que preferia apagar de minha memória. Falei coisas que não deveria e me arrependi por isso depois. Distanciei-me de pessoas nas quais gostaria de ter mantido contato. Tive más impressões das pessoas.
Não foi ruim porque sempre tive meus amigos DE VERDADE ao meu lado. Eles sim, eu sei que nunca vou cometer a idiotice de perder, e jamais me perdoaria se isso acontecesse. Não foi ruim porque conheci pessoas novas. E conheci melhor pessoas novas. Pessoas que alegram cada vez mais os meus dias, e consequentemente, me fazem pensar que sim, eu tenho um sentido gigante pelo qual viver. Para amar. Para conseguir o que quero de maneira justa. Para aprender. Mas principalmente para amar. Conheci um lado meu que não sabia que existia. Orgulhei-me muito da minha família. Não foi ruim porque, nos momentos difíceis, sempre pude pegar meu celular e fazer algum amigo vim compartilhar brigadeiro de colher comigo. Sempre pude correr e ligar pra Juúh só pra ouvir os conselhos dela. Não foi ruim porque eu a conheci neste ano, e talvez esse seja um dos motivos mais fortes para eu não desejar com garra a chance de começar tudo do zero. Também viajei muito, ri muito e me emocionei muito. Eu evoluí, cresci e amadureci neste ano. Cresci porque aprendi a conviver com as pessoas certas, a ganhar seletividade e não perder tempo com pessoas sem conteúdo. Cresci porque me decepcionei. E isso, nada nunca vai mudar.
Isso aqui é quase como um filme mentalizado. Só o que posso fazer agora é pedir bastante a Deus muita energia, boas amizades, infinita prosperidade e todas as alegrias que tive neste ano em triplo! Afinal, a vida é feita para se viver.
Nayane Ramoos.
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